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A importância da inteligência emocional para o Enfermeiro

A inteligência emocional tem um papel de destaque cada vez maior em nossas vidas e dentro de um hospital, pois potencializa um trabalho mais flexível em equipe.

Mas afinal, o que é Inteligência Emocional?

A inteligência emocional se traduz na possibilidade do ser humano de aprender a lidar com as próprias emoções e usufruí-las em benefício próprio. Aprender, também, a compreender os sentimentos e comportamentos do outro. Segundo Goleman (2009) pai da Inteligência Emocional, é impossível separar a racionalidade das emoções, pois pressupõe um conjunto de competências emocionais e sociais que poderão ser adquiridas ao longo da vida. Sendo que estas são fundamentais na eficácia das decisões.
Goleman (2009) refere que ao contrário do quociente de inteligência (QI), que pouco muda após a adolescência, a inteligência emocional (QE) é assimilada e desenvolve-se ao longo da vida, à medida que aprendemos com as nossas experiências.

O sucesso na vida está mais relacionado com a maturidade psicológica do que propriamente com a realização escolar obtida.

Esta situação torna-se assim um elemento importante na otimização dos níveis de desempenho profissional, contribuindo para a formação de um líder eficiente. Sendo que um líder não tem de possuir todas as competências, mas os mais eficazes dominam pelo menos uma das competências e desenvolvem o domínio das outras competências (pilares) da inteligência emocional.

Quais são esses pilares?
Os 05 pilares da Inteligência Emocional são:
- AUTOCONHECIMENTO/AUTOCONSCIÊNCIA;
- LIDAR COM EMOÇÕES/AUTOCONTROLE;
- AUTOMOTIVAÇÃO;
- EMPATIA
- CAPACIDADE DE SE RELACIONAR .

O autoconhecimento/autoconsciência é o primordial para desenvolvermos as outras habilidades.

O principal objetivo de todo enfermeiro/líder deve consistir em ver a sua equipe a trabalhar com prazer e não por obrigação, prestando uma assistência de qualidade e promovendo o bem-estar do cliente, principal alvo de todo planejamento de uma estrutura hospitalar. Mas, todo esse planejamento depara-se com o autoritarismo da direção de algumas instituições que, por desconhecer o processo de enfermagem, não dão a devida importância aos projetos que lhe são apresentados por parte dos líderes de enfermagem, ficando apenas no papel e frustrando os sonhos daqueles que vivem numa luta diária na ânsia de melhorar o processo de cuidar.

A enfermagem é hoje vista como uma área onde é necessária formação própria e habilidades especiais. Para poder lidar com o quotidiano em que o comportamento é adaptado à situação, o enfermeiro precisa estar consciente da sua própria capacidade de inteligência emocional, do contexto organizacional e da tarefa.

O enfermeiro é um elemento fundamental dentro da equipe, é líder e motivador dos seus colaboradores. No entanto, os melhores líderes não o são só pela posição que ocupam, mas antes porque se distinguem pela capacidade de relacionamento, afinal no contexto de trabalho da enfermagem onde as exigências ao nível das emoções e da empatia por parte dos profissionais é grande, torna-se fundamental a capacidade de ressonância dos líderes, capazes de criar ambientes de trabalho favoráveis à otimização dos ganhos em saúde.



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